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coisas de professor – educação e entretenimento

Archive for the ‘escola’ Category

Afinal para que serve a escola?

Posted by J L em Junho 21, 2016

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Rita Pierson: toda a criança necessita de um campeão

Posted by J L em Outubro 2, 2014

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Enorme coleção de sites/link de interesses para professores e educadores

Posted by J L em Abril 14, 2014

This collection of links, chosen and maintained by Gutman Library Research Services staff, provides links to freely available sites of interest to educators.

Adult Education and Literacy

The Arts

Bilingual Education / ESL

Boston Area Libraries (selected)

Charter Schools

Children’s Literature

Colleges and Universities

Comparative/International Education

Counseling and Guidance

Curriculum Resources (K-12)

Distance Education

Early Childhood

Education Administration and Policy

Education Associations, Organizations, and Conferences

Conferences:

Education Journals (Open access)

Education Law

Education Libraries (Selected)

United States:

International:

Education Reform

Educational Technology

Employment Opportunities

ERIC (Educational Resources Information Center)

  • ERIC (unrestricted access via the Education Resources Information Center)

Foreign Languages

Gifted and Talented

Grants and Financial Aid

Higher Education

History of Education

Home Schooling

K-12 Schools

Language Arts

Listservs

Massachusetts

Media

Music

Philosophy of Education

Prevention Science and Practice

Psychology

Reading

Reference Resources

Science & Mathematics

Social Studies/Social Sciences

Special Education

Statistical Data

Polls:

Teaching and Pedagogy

Testing, Assessment, Evaluation, and Standards

United States Government


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programa de solidariedade e inovação pedagógica – aprende a conhecer crianças de outros países

Posted by J L em Fevereiro 6, 2014

Innovación educativa desde la Comunitat Valenciana
En el curso 2012-2013, el centro Princesa Mercedes participó con Ayuda en Acción en la adaptación del programa para el primer ciclo de Educación infantil y creó guías didácticas específicas para niños y niñas tan pequeñas. La adaptación pedagógica fue una labor compleja, pues los destinatarios son niños y niñas que todavía no han aprendido a leer… y en muchos casos tampoco a hablar, un aspecto clave según destaca Rubén: “la guía didáctica contempla la particularidad de que parte de nuestro alumnado no hable, y hemos tenido presente esta circunstancia a la hora de adaptar los materiales”.
De hecho, Rubén ve ventajas donde otros quizá ven dificultad en el trabajo con los/as más pequeños/as: “son libros por escribir, en blanco, sin prejuicios, y ávidos de saberes, por eso reto me parece la palabra adecuada para definir esta aventura”.
Antes de finalizar el curso, los alumnos/as del Princesa Mercedes fueron los primeros en adentrarse en este programa de educación en valores, seguidos por un centro de Asturias. En este curso escolar 2013-2014, el programa se ha introducido en otras escuelas de la Comunitat Valenciana, y ha llegado asimismo a otras aulas infantiles de toda España.
Aprender conociendo a niños/as de otros países
“Nos animamos a iniciar “Ahora Toca…” porque ya conocíamos su existencia en colegios de la zona y porque la idea se transmitió al equipo educativo de nuestro centro y despertó ilusión y ganas de trabajarlo”, explica Rubén. “Estudiante perpetuo”, como se autocalifica este diplomado en magisterio de educación infantil y técnico especialista en Salud Ambiental, su labor en Princesa Mercedes se iniciaba allá por 2003, en calidad de maestro-coordinador.
La inquietud pedagógica, el espíritu solidario, y sobre todo el hecho de que el centro ya reflejaba como eje transversal la educación en valores, fue lo que causó la buena acogida. “Somos de los pocos centros de nuestro tipo que tiene un personal estable y con puestos fijos, lo que permite que tus ideas solidarias calen en el equipo educativo y que con el paso del tiempo sean ellos los que estén deseando poner en funcionamiento nuevos proyectos, pues forma parte del ADN del centro”.
“El centro siempre se ha caracterizado por ser un cole en el que los valores como la solidaridad, el compañerismo o la atención a la diversidad se han tenido muy en cuenta”. De hecho, participan en una larga lista de proyectos de colaboración de diversa índole: en discapacidad, atención a hijos de mujeres en prisión o talleres de teatro que representan para alumnos de educación especial.
Entre los objetivos principales que se propone el programa “Ahora Toca…” está el diálogo intercultural y fomentar la igualdad entre niños y niñas. Un proyecto “ambicioso”, en palabras de Rubén, pues “no se quedaba en una actividad concreta sino que pretendía actuar sobre toda la comunidad educativa: alumnos/as, padres y madres y educadores”.
A través del vínculo solidario con Perú entran en interacción directa con escuelas de ese país, conocen su realidad, costumbres y cultura. “Para ellos, el mero conocimiento de que existe otro lugar en el mundo muy lejos del que vivimos en el que hay niños y niñas, animales y costumbres distintas a las nuestras, despierta su curiosidad”.
En opinión de Rubén, la educación en valores de las/os niños más pequeños puede cambiar el mundo: “Estoy totalmente convencido de que este tipo de proyectos obtendrá sus mejores resultados a largo plazo, porque tienen un efecto bola de nieve: comienzas en clase, se contagia a las casas y de ahí a las familias. Y si esto se consigue, los niños de ahora, que serán los padres del mañana, los profesores, los médicos, los políticos del mañana… serán más sensibles a las situaciones de pobreza e injusticia de este mundo”.

fonte: clica aqui

 

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Sensibilização para o corta-mato. Uma história adaptada para alunos e, … porque não para professores?

Posted by J L em Dezembro 13, 2009

Corta-mato escolar. Uma história para alunos e, … porque não para professores?

Patrícia disse a um amigo. Vou fazer-te uma proposta. Preciso que me ajudes amanhã no corta-mato da escola. Jorge ficou surpreendido e abanou a cabeça.

Eu quero ajudar-te, mas não sei o que posso fazer de hoje para amanhã.

Patrícia afirmou que relativamente ao seu treino era capaz de fazer corridas curtas durante a semana, nas aulas de Educação Física, mas não estava confiante de que era capaz de terminar a corrida de corta-mato.

Nunca participei numa corrida com tantas pessoas. Participei apenas no corta-mato da turma, portanto a minha competência é baixa. Não sei como vou reagir e estou com medo. Acho que o meu empenho é baixo. E se não conseguir terminar?

– Vá lá, Patrícia – encorajou Jorge. Consegues caminhar o dobro ou o triplo da distância do corta mato.

– E se chegar em último? Vou ficar apavorada – Patrícia escondeu a cara com as mãos como se estivesse a tentar afastar a imagem dela a cair para último lugar.

Jorge riu-se.

És mesmo uma aprendiza desiludida. Como te posso ajudar?

– Tenho uma ideia – o sorriso de Patrícia deixou Jorge a pensar no que se tinha metido.

O meu pedido é: corre comigo. Já participaste em dezenas de provas e sabes como são. Tens o poder do conhecimento. Gostava que fosses o meu parceiro da corrida e o meu treinador. Preciso de apoio e de orientação.

– Estás a brincar? Eu não treinei – queixou-se Jorge.

Lenta como eu sou, não precisas de treino para me acompanhares! – disse Patrícia.

Podemos falar disso no caminho para casa.

Ao nascer do sol na manhã seguinte, Jorge vestiu o equipamento de corrida, fez uns exercícios de aquecimento e saiu para ir buscar a sua amiga Patrícia.

Patrícia irradiava alegria quando viu Jorge com o equipamento de corrida.

– Eu sabia que aceitarias – disse ela enquanto lhe dava uma barra de cereais e uma bebida energética. – pensei que precisavas disto – acrescentou com alguma presunção.

– Percebi que não podia dizer que não. Pediste ajuda e para isso é preciso força. É difícil dizer que não a alguém que sabe o que precisa.

Jorge, lembras-te quando comecei a correr pela primeira vez? Comprei uns calções e uns tops giros, uns ténis e umas meias. Tinha tudo. Estava bastante orgulhosa de mim mesma.

Foi nas aulas de Educação Física que comecei a correr, corri três minutos e comecei a sentir os músculos da coxa a contrair. Tentei controlar a respiração, mas não conseguia respirar. Deu-me aquela pontada que nunca mais passava.

Jorge riu-se.

– Lembro-me da tua desculpa. Disseste: “Devo ter músculos que se contraem rapidamente. Não foram feitos para corridas de longa distância. E, além disso, correr não é muito bom para os meus joelhos.”

Boas desculpas, continuou Jorge, sorrindo J.

– Eu não me queixei dessa maneira! – Patrícia esticou-se e empurrou suavemente Jorge. – De qualquer modo, eu queria desistir. Lembras-te do que me disseste?

Jorge encolheu os ombros.

– Relembra-me.

Explicaste-me que ao correr se exercitam músculos diferentes dos que eu estava habituada a exercitar. Disseste-me que seria necessário um esforço mais do que apenas comprar umas sapatilhas novas.

– Acertei em cheio – disse Jorge, com orgulho.

– O que é interessante é que eu costumava ser boa sprinter e nunca pensei que conseguiria correr mais do que 100 metros. Era uma limitação pressuposta.

– Não eram os músculos que se contraíam rapidamente? – disse Jorge.

Patrícia parecia um pouco defensiva quando respondeu:

– Talvez eu tivesse músculos que se contraíam rapidamente, contudo, isso não significa que eu não conseguisse correr alguns quilómetros.

– Então do que precisavas? – perguntou Jorge.

Precisava de aprender a correr de maneira diferente. Precisava de alguém que me mostrasse como. Alguém para observar, monitorizar e avaliar a minha corrida, que também me desse informações sobre o meu desempenho.

Jorge estava impressionado.

– Agora lembro-me. Foste falar com o teu professor de educação física e ele ajudou-te a criar um programa de treino.

Patrícia explicou – ele ajudou-me a planear uma estratégia que incluía ir aos treino do grupo de atletismo da escola, deu-me instruções sobre a minha respiração e técnica de corrida, fez-me assinar uma revista de atletismo e tu responsabilizaste-me pelo cumprimento do meu plano de treino.

Por agora vamos concentrar-nos no objectivo de hoje.

Chegaram à escola secundária, onde dezenas de alunos estavam reunidos para a corrida.

– Quanto tempo é que achas que precisas para terminar a teu corta-mato?

Patrícia riu-se.

– O meu objectivo é concluir a corrida de corta-mato.

É justo. Se acabar a corrida é suficientemente motivador, é nisso que nos vamos concentrar. Mas acho que devias estabelecer uma fasquia – disse Jorge.

Entre os alunos da escola que esperavam pela hora da prova, estavam também algumas jovens do 2º ciclo, da Escola Básica ao lado, os quais tinham sido convidados para participar no corta-mato.

Chamando a atenção para uma pequena adolescente, franzina da Escola Básica, Jorge afirmou: – Acho que deves tentar derrotá-la.

Patrícia estava atenta e não mordeu o isco.

– Isso não é um objectivo inteligente! Não tenho controlo sobre a velocidade a que aquela rapariga corre, não a conheço. Com a minha sorte, ela tem o título nacional feminino de atletismo.

– Não deverias estabelecer alguma fasquia? – inquiriu Jorge seriamente.

– Está bem, que tal esta: o meu objectivo é não ser a última a cortar a meta. Isto significa que se eu não conseguir continuar, tens de me levar ao colo!

Dirigiram-se à mesa de inscrições, levantaram os dorsais com o seu número e prenderam-nos às t-shirts.

Havia música no ar. O ambiente era eléctrico e Jorge sentia-se cheio de energia. Era divertido fazer parte do evento desportivo.

A hora da prova, rapidamente, se aproximou e os participantes juntaram-se na linha de partida. Patrícia e Jorge estavam no meio da multidão.

– Aos seus lugares – gritou o juiz de partida através do sistema sonoro. Jorge não tinha reagido a tempo de parar Patrícia.

Soou o tiro da pistola de partida. E partiram.

A euforia que sentia no início de uma corrida empolgava Jorge. Ele até conseguia sentir o chão a tremar com o pulsar de tantos pés atrás dele. Enquanto acelerava para apanhar Patrícia, conseguia ouvir a respiração dos corredores mais próximos. Em segundos ultrapassaram-no.

– Incrível! – gritou Patrícia. Porque é que as pessoas estão a correr tão depressa no início da corrida?

Nunca conseguirei chegar ao fim se tentar acompanhá-las – não estava a ser capaz de escolher o ritmo certo para correr. – Já estou pronta para desistir! O que devo fazer, treinador?

Jorge respondeu: “Tenta apenas chegar à caixa de saltos”.

Ela sorriu por entre a dor.

– Está bem, chego à caixa de saltos, e depois? – perguntou ela respirando esforçadamente.

Depois, lembra-te do teu objectivo.

– Ah, sim. Chegar ao fim.

– O que aconteceu no início da corrida? – a pergunta de Jorge era mais do que uma interrogação. Ele esperava que, desse modo, ela chegasse a uma conclusão.

– Fiquei tão entusiasmada que decidi avançar! Pensei que pudesse ganhar entre a minha faixa etária.

Jorge achou a inocência de Patrícia encantadora.

– Isso seria um grande feito, não seria? Ganhares entre a tua faixa etária no teu primeiro corta-mato, depois de treinares apenas durante dois meses, em algumas aulas de Educação Física – ele tentou não parecer muito crítico.

Patrícia percebeu.

– Oh, que vergonha – disse ela, por entre a respiração. Agi como se tivesse muita experiência, começando na frente, a pensar que podia ultrapassar ou pelo menos acompanhar os melhores. Sinto-me uma principiante desiludida.

Jorge respondeu. – Lembra-te que o difícil é começar.

Depressa passaram a caixa de areia.

– Chegamos à caixa e agora? – questionou Patrícia ofegante.

– Continua um passo de cada vez – respondeu Jorge.

Durante o resto da corrida, Patrícia pediu a Jorge a orientação e o apoio possível: Tenta só chegar ao pavilhão. Muito bem. Agora tenta alcançar aquelas duas colegas, não parecem muito rápidas. Assim é que é, Patrícia! Ela encorajou-se a si própria em voz alta para que Jorge pudesse acrescentar alguma coisa se achasse necessário.

Se estiver a respirar com dificuldade para falar, significa que estou a correr a um ritmo demasiado rápido e que devo abrandar um pouco?

Por vezes, Jorge dava-lhe respostas directas; outras vezes pedia-lhe para experimentar e para depois informar do que ela achava que era melhor.

Jorge corria com facilidade, tal como parecia acontecer com Patrícia, mas ela continuava ofegante.

Por fim, já conseguiam ver a meta, no campo de jogos.

– Ok, treinador – conseguiu dizer, ofegante. – Outros corredores dizem que é aqui que ganham uma carga de adrenalina, um segundo fôlego, e fazem um sprint até à meta. Não tenho esperanças nenhumas. Acho que nunca tive um primeiro fôlego. As minhas pernas parecem chumbo. Os meus pulmões doem. Espero conseguir acabar.

Jorge estava realmente preocupado. Não queria ter de a levar ao colo. Foi então que ouviram vozes familiares a aplaudi-los no campo de jogos, perto da meta. Olharam de relance e viram um grupo de amigos mais velhos a gritarem e a berrarem que nem loucos.

– Uau! – disse Patrícia. – Não sabia que estariam todos aqui – ela sorriu apesar da dor. Acho que estão chocados por ver que ainda estou de pé!

– E que não és a última – acrescentou Jorge, piscando o olho.

Com isto, o rosto e o corpo de Patrícia transformaram-se. Ganhou um segundo fôlego.

– Vamos! Gritou ela, acenando para os amigos quando recomeçou a correr.

Quando chegaram, Patrícia abraçou Jorge alegremente.

– Obrigada, obriga, obrigada! – disse ela entusiasticamente. Ele abraçou-a e ao mesmo tempo continuou a andar com medo que as pernas dela começassem a ficar com cãibras.

– Olha! – observou Patrícia apontando para a linha de chagada. – Ainda estão a chegar atletas!

Ainda havia corredores a cortar a meta, mas muitos mais tinham chegado antes deles. Não tinham realizado um tempo magnífico, não tinham realizado uma corrida particularmente rápida.

Jorge, nesse momento teve uma revelação. Ele sabia que Patrícia era uma pessoa muito competitiva, porém, curiosamente, saber que dezenas de corredores tinham chegado à frente dela não a estava a incomodar.

Aliás, ela estava radiante por ter terminado a corrida, por ter alcançado o objectivo dela. Não interessava o que os outros tinham feito.

Pouco depois Jorge e Patrícia estavam rodeados de amigos. Passaram a hora seguinte a levantar os seus prémios de participação e a apreciar as coisas boas que advêm do facto de terminar a corrida. Quando se dirigiu para o carro do pai, Patrícia abraçou cada um dos seus amigos.

– Todos vocês deram-me o apoio que eu precisava, quando mais precisei – disse ela. Obrigado por nos relembrarem que existem tantas formas de conseguir o que precisamos, e os amigos são um bom campo por onde começar.

No dia seguinte o pai de Patrícia não a foi buscar à escola de carro. Ela e os seus amigos foram a pé para casa. Quando passaram na Escola Básica, que fica ao lado, estava uma rapariga franzina à porta.

João, um dos colegas de Patrícia perguntou-lhe: Sabes quem é aquela rapariga?

Patrícia hesitou e respondeu: não sei quem ela é, mas vi-a ontem no corta-mato da escola.

João continuou: foi ela que ganhou a corrida em que participaste.

Parabéns pela corrida de ontem na minha escola. – Disse Patrícia sorrindo para a vencedora.

Questão para os alunos

Qual é a moral da história?

Entre outras, pode ser a seguinte:

Existe magia em diagnosticar o seu nível de desenvolvimento e em conseguir a orientação e o apoio de que precisa para alcançar o seu objectivo.

Sem conseguir o que precisava, Patrícia teria desistido após poucos metros de corrida.

História adaptada. Editora Pergaminho SA

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Participa – Sondagem sobre a ADD e a importância da observação de aulas

Posted by J L em Outubro 21, 2009

De modo o poder fundamentar algumas das minhas opiniões, gostaria de escutar a opinião dos professores acerca da importância, ou não, da observação de aulas na avaliação do desempenho docente. Visto que estou a utilizar um programa grátis tive a necessidade de dividir este trabalho em duas partes. Para aceder a sondagem basta clicar nos links que se seguem:


Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 1)
Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 2)

Desde já agradeço a vossa colaboração, estando a disposição de esclarecer qualquer dúvida. Obrigado.

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se não queres estudar – aqui tens a solução

Posted by J L em Julho 22, 2009

clica aqui 

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formação e funções dos professores

Posted by J L em Julho 22, 2009

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realização trabalhos de casa – desde 5 euros

Posted by J L em Julho 22, 2009

Los estudiantes franceses dispondrán de una página web donde encargar los deberes del colegio previo pago, lo que ha suscitado una gran controversia entre la comunidad educativa, que habla de “mercantilismo de la escuela”.

EFE Las tarifas difieren en función de la asignatura: la resolución de tres preguntas de matemáticas cuesta 5 euros, el plan detallado para una redacción de historia, 10 euros; la corrección de cuatro problemas de física, 25 euros, y la exposición de geografía a 30 euros, publicó hoy el diario “Le Parisien”. 

La página http://www.faismesdevoirs.com (“haz mis deberes”), que recibe con el eslogan de “Si tu no llegas…, nosotros estamos ahí”, ha sido concebida por Stéphane Boukris, un joven empresario, presidente de la sociedad Staaff, especializada en servicios a domicilio. 

Boukris reconoció que la polémica que se ha desatado con el lanzamiento de esta web es un buen reclamo publicitario, pero añadió que, en todo caso, el tipo de ayuda que se ofrece es “legal”. 

Para utilizar el servicio, cada alumno tiene una cuenta que puede recargar a través de una cuenta bancaria, mensaje de móvil, giro postal o mediante tarjetas de prepago disponibles en seis puntos de venta situados en París y en Versalles. 

Aunque el servicio todavía no está disponible, la página ha suscitado controversia en el seno de la comunidad educativa, como ya lo hiciera hace un año otra web (www.note2be.com) que sugería a los alumnos calificar a sus profesores. 

Parte del sector ve este lanzamiento con desagrado e indignación y opina que juega con la fobia que tienen los alumnos a una mala calificación, en lugar de preocuparse por que de verdad entiendan la materia. 

En cuanto a su equipo, Boukris reveló que recibió “veinte curriculum de profesores” que querían trabajar en la web para “redondear sus ingresos a fin de mes” y precisó que los docentes que trabajan con él cobran entre 15 y 35 euros la hora. 

El creador de la web, quien reconoció que cuando él era pequeño compró deberes a los más listos de su clase, se defendió de las críticas que le acusan de fomentar que los alumnos hagan trampas y apuntó que los padres van a ver en esta fórmula un apoyo. 

Boukris recordó que “para cada corrección, hay anotaciones, comentarios que conducen a un razonamiento”.

 

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outro tema relacionado aqui 

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mudança social e educação no século XXI

Posted by J L em Julho 22, 2009

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