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Participa – Sondagem sobre a ADD e a importância da observação de aulas

Publicado por J L em Outubro 21, 2009

De modo o poder fundamentar algumas das minhas opiniões, gostaria de escutar a opinião dos professores acerca da importância, ou não, da observação de aulas na avaliação do desempenho docente. Visto que estou a utilizar um programa grátis tive a necessidade de dividir este trabalho em duas partes. Para aceder a sondagem basta clicar nos links que se seguem:


Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 1)
Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 2)

Desde já agradeço a vossa colaboração, estando a disposição de esclarecer qualquer dúvida. Obrigado.

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se não queres estudar – aqui tens a solução

Publicado por J L em Julho 22, 2009

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formação e funções dos professores

Publicado por J L em Julho 22, 2009

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realização trabalhos de casa – desde 5 euros

Publicado por J L em Julho 22, 2009

Los estudiantes franceses dispondrán de una página web donde encargar los deberes del colegio previo pago, lo que ha suscitado una gran controversia entre la comunidad educativa, que habla de “mercantilismo de la escuela”.

EFE Las tarifas difieren en función de la asignatura: la resolución de tres preguntas de matemáticas cuesta 5 euros, el plan detallado para una redacción de historia, 10 euros; la corrección de cuatro problemas de física, 25 euros, y la exposición de geografía a 30 euros, publicó hoy el diario “Le Parisien”. 

La página www.faismesdevoirs.com (“haz mis deberes”), que recibe con el eslogan de “Si tu no llegas…, nosotros estamos ahí”, ha sido concebida por Stéphane Boukris, un joven empresario, presidente de la sociedad Staaff, especializada en servicios a domicilio. 

Boukris reconoció que la polémica que se ha desatado con el lanzamiento de esta web es un buen reclamo publicitario, pero añadió que, en todo caso, el tipo de ayuda que se ofrece es “legal”. 

Para utilizar el servicio, cada alumno tiene una cuenta que puede recargar a través de una cuenta bancaria, mensaje de móvil, giro postal o mediante tarjetas de prepago disponibles en seis puntos de venta situados en París y en Versalles. 

Aunque el servicio todavía no está disponible, la página ha suscitado controversia en el seno de la comunidad educativa, como ya lo hiciera hace un año otra web (www.note2be.com) que sugería a los alumnos calificar a sus profesores. 

Parte del sector ve este lanzamiento con desagrado e indignación y opina que juega con la fobia que tienen los alumnos a una mala calificación, en lugar de preocuparse por que de verdad entiendan la materia. 

En cuanto a su equipo, Boukris reveló que recibió “veinte curriculum de profesores” que querían trabajar en la web para “redondear sus ingresos a fin de mes” y precisó que los docentes que trabajan con él cobran entre 15 y 35 euros la hora. 

El creador de la web, quien reconoció que cuando él era pequeño compró deberes a los más listos de su clase, se defendió de las críticas que le acusan de fomentar que los alumnos hagan trampas y apuntó que los padres van a ver en esta fórmula un apoyo. 

Boukris recordó que “para cada corrección, hay anotaciones, comentarios que conducen a un razonamiento”.

 

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outro tema relacionado aqui 

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mudança social e educação no século XXI

Publicado por J L em Julho 22, 2009

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gabinetes de trabalho para docentes

Publicado por J L em Julho 22, 2009

 

Professores e especialistas em Educação defendem que gabinetes de trabalho para professores como os que estão previstos para a nova escola de S. João da Madeira são um ‘bom avanço’ que podem trazer muitas vantagens às escolas.
“Os gabinetes para professores representam um bom avanço e é por medidas como essa que passa o futuro”, afirma Mário Nogueira, da Federação Nacional dos Professores (FENPROF). “Na Carta sobre as Condições de Trabalho nas Escolas, o aspecto que sempre colocámos no topo da lista foi a necessidade da escola ter esse tipo de condições”.
O edifício que está a ser construído em S. João da Madeira representa, no entanto, ”uma excepção”. “Aquilo que temos vindo a defender é que os professores não têm condições – nem em termos de espaço, nem em termos materiais – para ficar mais tempo na escola”, recorda o dirigente da FENPROF.
Para Mário Nogueira “é muito importante para a melhoria do desempenho dos docentes” que as escolas que venham a ter espaços adequados ao seu trabalho individual “assegurem também as condições materiais necessárias à realização desse trabalho”.
João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores, concorda: “Quando se fala da componente não lectiva do trabalho docente, um dos argumentos mais utilizados para justificar que os professores não estejam presentes na escola [a totalidade do horário] é o facto de eles não terem um local específico que lhes permita desenvolver o seu trabalho ali e não em casa”.
“Isso sempre foi apontado como uma insuficiência e todos os edifícios escolares deviam ter essa componente”, explica.
Gabinetes como os da escola  
 de S. João da Madeira têm outras duas vantagens: “Servem como espaço de acolhimento e recepção de alunos, como acontece nas faculdades, e criam uma cultura de partilha e cooperação entre pares, o que, por vezes, não é possível nas condições actuais”.
Maria José Araújo, da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade do Porto, sustenta que “tudo o que seja para melhorar o ambiente e as condições de trabalho de professores e alunos é bom e beneficia o ensino”.
“Mas é preciso bom senso e não se devem misturar os assuntos”, acautela a especialista. “Criar condições é importante, mas isso não deve ser usado para obrigar os professores a ficarem a trabalhar na escola mais tempo”.
“Eles são adultos responsáveis e não precisam de vigilância”, continua. “A questão da responsabilidade individual e colectiva de trabalho depende da consciência de cada um e nunca foi por os professores estarem fora da escola que deixaram de fazer o seu trabalho como deve ser”.
A escola de S. João da Madeira que está a ser construída de forma a ter dezenas de gabinetes com espaços individuais de trabalho para cada professor deverá entrar em funcionamento no ano lectivo 2010/2011 e poderá acolher 25 turmas do ensino básico e secundário.
Implica um investimento de 6,8 milhões de euros, financiado em 70 por cento pelo FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Os restantes 30 por cento são suportados pela Administração Central e pela autarquia, que cede o terreno para a obra, assegura o respectivo projecto de construção e assume os encargos associados à criação dos referidos gabinetes, não previstos na escola-tipo do Ministério da Educação.
Professores e especialistas em Educação defendem que gabinetes de trabalho para professores como os que estão previstos para a nova escola de S. João da Madeira são um ‘bom avanço’ que podem trazer muitas vantagens às escolas.
“Os gabinetes para professores representam um bom avanço e é por medidas como essa que passa o futuro”, afirma Mário Nogueira, da Federação Nacional dos Professores (FENPROF). “Na Carta sobre as Condições de Trabalho nas Escolas, o aspecto que sempre colocámos no topo da lista foi a necessidade da escola ter esse tipo de condições”.
O edifício que está a ser construído em S. João da Madeira representa, no entanto, ”uma excepção”. “Aquilo que temos vindo a defender é que os professores não têm condições – nem em termos de espaço, nem em termos materiais – para ficar mais tempo na escola”, recorda o dirigente da FENPROF.
Para Mário Nogueira “é muito importante para a melhoria do desempenho dos docentes” que as escolas que venham a ter espaços adequados ao seu trabalho individual “assegurem também as condições materiais necessárias à realização desse trabalho”.
João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores, concorda: “Quando se fala da componente não lectiva do trabalho docente, um dos argumentos mais utilizados para justificar que os professores não estejam presentes na escola [a totalidade do horário] é o facto de eles não terem um local específico que lhes permita desenvolver o seu trabalho ali e não em casa”.
“Isso sempre foi apontado como uma insuficiência e todos os edifícios escolares deviam ter essa componente”, explica.
Gabinetes como os da escola  
 de S. João da Madeira têm outras duas vantagens: “Servem como espaço de acolhimento e recepção de alunos, como acontece nas faculdades, e criam uma cultura de partilha e cooperação entre pares, o que, por vezes, não é possível nas condições actuais”.
Maria José Araújo, da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade do Porto, sustenta que “tudo o que seja para melhorar o ambiente e as condições de trabalho de professores e alunos é bom e beneficia o ensino”.
“Mas é preciso bom senso e não se devem misturar os assuntos”, acautela a especialista. “Criar condições é importante, mas isso não deve ser usado para obrigar os professores a ficarem a trabalhar na escola mais tempo”.
“Eles são adultos responsáveis e não precisam de vigilância”, continua. “A questão da responsabilidade individual e colectiva de trabalho depende da consciência de cada um e nunca foi por os professores estarem fora da escola que deixaram de fazer o seu trabalho como deve ser”.
A escola de S. João da Madeira que está a ser construída de forma a ter dezenas de gabinetes com espaços individuais de trabalho para cada professor deverá entrar em funcionamento no ano lectivo 2010/2011 e poderá acolher 25 turmas do ensino básico e secundário.
Implica um investimento de 6,8 milhões de euros, financiado em 70 por cento pelo FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Os restantes 30 por cento são suportados pela Administração Central e pela autarquia, que cede o terreno para a obra, assegura o respectivo projecto de construção e assume os encargos associados à criação dos referidos gabinetes, não previstos na escola-tipo do Ministério da Educação.

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a era do professor desorientado

Publicado por J L em Julho 22, 2009

La era del profesor desorientado

Los docentes se enfrentan a unos estudiantes menos obedientes pero que van por delante en ciertos conocimientos – ¿Hay que volver a la disciplina o lo que falta es modernizar la enseñanza?

J. A. AUNIÓN  18/07/2009

 

Unos creen que el problema es que profesores del siglo XX intentan educar a jóvenes del siglo XXI en unas escuelas del siglo XIX, y por eso no termina de funcionar. Otros, que se han perdido valores básicos de la educación, sobre todo, la disciplina y el esfuerzo.

Unos creen que el problema es que profesores del siglo XX intentan educar a jóvenes del siglo XXI en unas escuelas del siglo XIX, y por eso no termina de funcionar. Otros, que se han perdido valores básicos de la educación, sobre todo, la disciplina y el esfuerzo. En realidad, son dos maneras distintas de enfrentarse a un mismo hecho: que los docentes no tienen claro, no encuentran o no les ofrecen las herramientas necesarias para enseñar a unas nuevas generaciones de jóvenes que no responden de la misma manera que las anteriores a la educación escolar.

Una generación que “ha crecido en un ambiente más amable y con más libertad”, que aventaja “a los mayores y al profesorado en algunos aprendizajes”, por ejemplo, en algo tan central hoy día como las nuevas tecnologías, explica el catedrático de Didáctica de la Universidad de Valencia José Gimeno Sacristán. El sociólogo de la Universidad de Salamanca Fernando Gil lo plantea de manera más cruda: “Los profesores se enfrentan a los alumnos, especialmente los adolescentes, más desorientados de la historia. Sin el apoyo de las creencias religiosas e ideológicas, flotan a la deriva del consumismo y de la Red. Tienen los padres más permisivos de la historia, con problemas para ejercer la autoridad, lo cual se observa cuando hay tensiones en el centro, porque se posicionan más del lado del hijo-alumno que del lado del profesor”.

La percepción de los docentes españoles sobre el ambiente escolar (la disciplina en el aula, las relaciones profesor-alumno) es la peor de los que han participado en el Informe Talis de la OCDE, que ha encuestado a 90.000 profesores de 23 países. Mientras unos docentes se quejan de que se les ha despojado de autoridad (reclaman más castigos disciplinarios, por ejemplo), otros explican simplemente que hoy la autoridad hay que ganársela en el aula, como ocurre en todos los ámbitos políticos y sociales de una sociedad en la que el margen de decisión a todas las edades, no sólo en la etapa escolar, ha aumentado espectacularmente en las últimas décadas. Lo que es evidente es que eso ha cambiado en los institutos desde los años ochenta, cuando empezó a trabajar buena parte de los profesores actuales.

Francisco Caballero, profesor desde hace 39 años, en primaria y, luego, en secundaria, explica que cuando él empezó, los alumnos “obedecían, por miedo, por respeto o lo que fuera”. Esto duró hasta el 1980 o 1985, cuando los alumnos “empezaron a darse cuenta de que no tenían que obedecer, y sobre todo, que si no obedecían, no pasaba nada”. Si al principio eran pocos los alumnos que respondían mal al esquema clásico de la disciplina en clase, luego fueron más, aunque, por supuesto no lo son todos. Caballero, maestro de Matemáticas en un instituto Toledo, no está ni de lejos en la categoría de “profesores quemados”, se le nota enamorado de su profesión aún después de tantos años, no culpabiliza a los chavales y ofrece multitud de matices que dibujan la situación: los institutos han pasado de acoger un porcentaje pequeño de la población a intentar enseñar al 100% de jóvenes hasta los 16 años, a los buenos, a los regulares y a los malos (académica y disciplinariamente hablando); en lugar de solucionar los problemas entre todos, profesores, administraciones y familias se echan la culpa unos a otros; los profesores, muchos desanimados, trabajan de espaldas entre ellos (los docentes españoles también son de los que menos colaboran entre ellos, según el informe Talis).

Todo ello ha provocado un fuerte choque en la escuela, sobre todo en los institutos que acogen a los adolescentes. ¿Y cómo reaccionan los profesores? Para el sociólogo Carles Feixa, “a la defensiva, se blindan”. Para el docente de instituto madrileño y experto en educación Miguel Recio, “lo afronta desorientado, muchas veces con un gran coste personal y, a veces, recurriendo al corporativismo”.

Pero sin duda, por mucho que haya crecido el porcentaje de alumnos indisciplinados, por mucho que el profesor tenga que ganarse el respeto de sus pupilos en lugar de exigirlo sin más, las aulas de secundaria no son esos campos de batalla que se dibujan a veces en el imaginario colectivo. Y, sobre todo, el problema es que esa imagen distorsionada en muchas ocasiones distrae la atención del hecho de que el debate de la escuela va más allá de la disciplina; lo que se enseña y cómo se enseña, sobre todo en la educación obligatoria, también está en cuestión. Y de nuevo aquí, todo tipo de tonos grises planean sobre dos maneras antagónicas de enfrentarse a un mismo problema.

Hay quien pide adaptar los contenidos y las formas de enseñar para acercarlos a una generación que se aburre de muerte en las clases porque la mayor parte de lo que les ofrecen no tiene nada que ver con ellos (un ejemplo: alumnos capaces de distinguir la estructura morfológica de una oración pero no se saben expresar); y los que reclaman la vuelta al contenido clásico, a los conocimientos puros y duros que tradicionalmente se ha aceptado que merecen ser transmitidos.

“La falta de motivación por parte de los estudiantes es la consecuencia y no la causa del problema”, dice Andreas Schleicher, director del Informe Pisa de la OCDE que mide los aprendizajes de los chavales de 60 países a los 15 años -porque es éste un debate que trasciende las fronteras españolas-.

Schleicher asegura que lo que se enseña en la escuela cada vez está más alejado de lo que hace falta para salir adelante en las sociedades modernas. “Los jóvenes dominan las tecnologías y los contenidos de la comunicación, pero cuando llegan a la escuela lo primero que les dicen es que apaguen ese botón. Cuando se inventó la escuela pública, todo lo que pasaba allí tenía sentido. A los jóvenes les ofrecían en la escuela conocimientos y destrezas que les iban a durar toda la vida”, añade, pero ya no es así.

El experto británico en didáctica de las ciencias, hoy en la Universidad de Stanford (EE UU), Jonathan Osborne considera que Internet ha puesto en cuestión el papel clásico del profesor, el de proveedor único de información y conocimiento. Con ese 100% de adolescentes escolarizados hasta los 16, “la enseñanza puede ser más heterogénea y los docentes se van a encontrar con una gran variedad de necesidades”, esto es, que enseñar, algo que nunca ha sido fácil, se convierte en una tarea todavía más difícil.

De hecho, cuando en el informe Talis preguntaron a los docentes españoles en que necesitan más formación, un buen porcentaje habla del control de la disciplina (18%), pero muchos más reclaman más formación en nuevas tecnologías (26%) y, sobre todo, en atención a necesidades especiales de aprendizaje (35%).

Los cambios que se proponen son de tipo: desde simplemente atraer a los alumnos con cosas cotidianas (Francisco Caballero, siempre cuenta cómo usa el recibo de la luz para enseñar Matemáticas), hasta los más revolucionarios que piden reducir el número de materias, hoy muchas y estancas, y pasar a un tipo de enseñanza más parecido al que puede haber en Internet, es decir, ir saltando de un tema a otro, de un área a otra sin corsés.

En el lado opuesto está Ricardo Moreno, docente y autor del Panfleto Antipedagógico. “Los niños, de toda la vida, han preferido estar jugando con sus amigos que ir a la escuela”. Para Moreno es claramente el sistema lo que ha fallado, pero no por falta de adaptación a las nuevas necesidades, sino por todo lo contrario: “Hay que volver a la escuela autoritaria y conservadora. La escuela tiene que ser autoritaria (lo que no quiere decir andar con el cinturón) y conservadora, porque su misión es transmitir el saber que debe ser conservado. En música hay que enseñar a Beethoven y no la canción del verano”. Echa la culpa a la ley educativa que aprobó el PSOE a principios de los noventa del siglo pasado: “Es un sistema que no educa, que no exige. Los alumnos necesitan rutina y disciplina y el profesor a veces tiene que ponerse ceñudo”.

Una y otra visión de la enseñanza tienen mucho que ver, además, con el clima escolar, según el informe Talis de la OCDE. Por ejemplo, en Hungría, Italia, Corea del Sur, Polonia y Eslovenia, los profesores que creen en una enseñanza más participativa del alumno son más propensos a decir que el ambiente en clase es bueno. Mientras, los docentes que prefieren la transmisión directa de los conocimientos, la clásica, la unidireccional en la que el maestro enseña y el alumno escucha y aprende, tienden a ver más problemas de disciplina. Esto ocurre en Bélgica, Corea del Sur, Noruega, Polonia, Portugal, Eslovenia y España. En la mayoría de los países la idea del profesor facilitador tiene más aceptación (en España, en realidad, están muy igualadas las dos visiones), pero otra historia es ponerlas en práctica, algo que, en general, les cuesta.

Manel Perelló, director del instituto público Josep Sureda i Blanes de Palma de Mallorca y docente desde hace dos décadas, cree que el principal problema es que a los docentes no se les está formando para enseñar en la escuela de hoy, sino en la de hace muchos años. “Hay muchos profesores que se han formado y se han adaptado sobre la marcha, pero no podemos depender de eso”, dice este profesor que no sólo reclama más formación inicial (un máster de un año va a sustituir el cursillo para acceder a profesión de profesor de secundaria), sino un cambio en el sistema de acceso a la profesión.

Rafael Porlán, catedrático de Didáctica de las Ciencias y miembro de la Red Ires (formada por docentes de todos los niveles que promueven una enseñanza distinta de la tradicional), señala como uno de los problemas la escasa vocación entre los profesores de secundaria: “Cuando se les pregunta qué son, muchos responden matemático o filólogo, en lugar de profesor”, dice. Porlán habla de cosas que han cambiado en los adolescentes -”Es cierto que son menos dóciles”-, y de cosas que siguen igual -la crisis de la adolescencia, la búsqueda de la identidad, la inconsciencia-, pero insiste, como Gimeno Sacristán, en que no se puede criminalizar a unos jóvenes que no son más que el producto de una sociedad y de unos adultos que a lo largo de toda la historia han tenido dificultades para conectar con sus menores. Y sobre todo, “porque cuando tú les ofreces otro modelo distinto, hasta los alumnos más difíciles responden”, asegura Porlán mencionando un proyecto que consiguió mejorar el ambiente en un instituto muy conflictivo de Sevilla a través de la asignatura de Plástica: pusieron a los chavales a reproducir obras de arte que hoy decoran el centro.

“Los métodos de transmisión son más atractivos fuera que dentro de la escuela. Es cierto que los hay que no quieren estudiar, pero si es así, preguntémonos qué se les ofrece. El profesorado no es formado en estos temas, afronta los retos como si fuesen riesgos. Probemos a implicarlos en asuntos que les conciernen, que aprendan sobre sexualidad en lugar de hacerlo sobre el esquema del aparato reproductor”, dice Gimeno.

A mitad de camino, en esa zona de grises, está el director de instituto Manel Perelló. “La visión conservadora a menudo es un discurso muy antiguo, pero lo otro

[cambiar radicalmente contenidos, métodos, incluso los espacios escolares] muchas veces es simplemente ir a buscar lo más novedoso”, dice. Está de acuerdo en que ha cambiado el concepto de disciplina, que la exigencia se va reduciendo, pero como reflejo de la sociedad, no por lo hábitos escolares: “Durante muchos años ha sido fácil encontrar trabajo, incluso sin formación”, dice desde una comunidad, Baleares, donde muchos han ligado sus altísimas tasas de abandono escolar temprano, del 44%, a la abundancia de trabajos en hostelería. Por otro lado, Perelló cree que los cambios son necesarios, pero que no deben ser demasiado ambiciosos.

En todo caso, desde el blanco, el negro o el gris, todos parecen reclamar una revisión de un sistema que no está donde la sociedad reclama (todo el mundo se lleva las manos a la cabeza cuando salen los resultados de España en el informe Pisa), en un país donde se suceden las leyes educativas sin llegar nunca a un gran pacto de Estado entre partidos, sindicatos y padres (el nuevo ministro de Educación, Ángel Gabilondo, se ha propuesto de nuevo alcanzarlo a pesar de los desesperanzadores precedentes).

Y, si parece que, como asegura el informe Talis de la OCDE, como coinciden tantos estudios y tantos expertos, la verdadera diferencia en educación la marcan los profesores, parece lógico empezar atacando su desorientación. “El reto de la escuela es crear buenos sistemas de apoyo para que cada profesor sea consciente de sus propias debilidades, y eso significa muchas veces cambiar lo que ellos creían que era mejor. Es necesario ofrecerles buenas prácticas en cada área específica y, sobre todo, motivarles para llevar a cabo los cambios necesarios, lo cual se puede hacer a través de sencillos incentivos materiales”, dice Andreas Schleicher.

Fonte

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ADD – alguns exemplos do desnorte nas escolas e na educação

Publicado por J L em Julho 20, 2009

 

via MUP – Movimento Mobilização e Unidade dos Professores by ILÍDIO TRINDADE on 7/20/09

É impossível esconder o desnorte que grassa pelas escolas, em termos de avaliação de professores. Naturalmente, essa desgraça é resultado do desnorte do Ministério da Educação, da ministra, dos secretários de Estado, do primeiro-ministro.

 

Ao colocar todo o poder discricionário nos directores, já se sabia no que isto ia dar. Tal como nós, foram várias as vozes que alertaram atempadamente para os resultados do “Simplex”.

 

Tudo começou com a definição do calendário para a entrega dos OI, cujos prazos, de escola para escola, pareciam ser um toque a finados de ano inteiro. Depois, os presidentes dos CE/directores de umas escolas definiram objectivos para toda a gente; noutras, só o fizeram para quem não entregou os OI; noutras ainda, nada definiram.

Agora, no momento da entrega da FAA, as ilegalidades, injustiças, arbitrariedades, penalizações… Enfim, o desnorte continua.

 

O caso da Escola Secundária de Odivelas já é público; no Agrupamento Vertical de Escolas de Canedo, o director resolveu chamar, recentemente, todos os professores ao seu gabinete para explicarem as evidências daquilo que referiram na FAA; na Escola Secundária Ferreira de Castro, em Oliveira de Azeméis, foi permitida a entrega dos objectivos individuais até 15 de Julho, ou seja, ao prazo limite da entrega da auto-avaliação; no Agrupamento de Escolas de S. Teotónio, aos professores que não entregaram os OI foi dada a informação de que não seriam avaliados; numa escola dos arredores de Lisboa, a entrega da FAA é só em Setembro e os professores que não entregaram os OI nem sabem qual vai ser a atitude de quem dirige…

 

E os casos não acabaram nem vão, certamente, acabar aqui.

Um dos grandes objectivos da ministra da educação está a ser, de facto, conseguido: causar mal-estar e lançar a confusão nas escolas públicas, a troco de uma teimosia doente e, claro, da poupança de uns euros que ajudem a tapar os buracos das contas públicas.

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Formar Professores em contextos em mudança – prática reflexiva – Perrenoud

Publicado por J L em Julho 20, 2009

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os professores são os culpados. a solução é …

Publicado por J L em Julho 11, 2009

Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida. 

É evidente que a culpa é deles. 
E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores. 
Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares. 

O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar aeducação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. 

A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento. 

O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. 
Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas. 

Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. 

Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora o há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo. 

Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. 

Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta. 

Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. 

Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo. 

Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão

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