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coisas de professor – educação e entretenimento

Arquivos para a Categoria ‘avaliação’

Revogação do Estatuto da Carreira Docente –

Publicado por J L em Novembro 7, 2009

Caros colegas,

Assinem o abaixo-assinado on line a favor da revogação do ECD. Clica aqui

 

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Tendência provisória da sondagem sobre a avaliação do desempenho e a observação de aulas (parte 2)

Publicado por J L em Outubro 22, 2009

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Tendência provisória da sondagem sobre a avaliação do desempenho e a observação de aulas (parte 1)

Publicado por J L em Outubro 22, 2009

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Participa – Sondagem sobre a ADD e a importância da observação de aulas

Publicado por J L em Outubro 21, 2009

De modo o poder fundamentar algumas das minhas opiniões, gostaria de escutar a opinião dos professores acerca da importância, ou não, da observação de aulas na avaliação do desempenho docente. Visto que estou a utilizar um programa grátis tive a necessidade de dividir este trabalho em duas partes. Para aceder a sondagem basta clicar nos links que se seguem:


Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 1)
Avaliação do Desempenho Docente e a observação de aulas (parte 2)

Desde já agradeço a vossa colaboração, estando a disposição de esclarecer qualquer dúvida. Obrigado.

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avaliação do desempenho – vários artigos para fazer download

Publicado por J L em Julho 22, 2009

ver aqui 

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ADD – alguns exemplos do desnorte nas escolas e na educação

Publicado por J L em Julho 20, 2009

 

via MUP – Movimento Mobilização e Unidade dos Professores by ILÍDIO TRINDADE on 7/20/09

É impossível esconder o desnorte que grassa pelas escolas, em termos de avaliação de professores. Naturalmente, essa desgraça é resultado do desnorte do Ministério da Educação, da ministra, dos secretários de Estado, do primeiro-ministro.

 

Ao colocar todo o poder discricionário nos directores, já se sabia no que isto ia dar. Tal como nós, foram várias as vozes que alertaram atempadamente para os resultados do “Simplex”.

 

Tudo começou com a definição do calendário para a entrega dos OI, cujos prazos, de escola para escola, pareciam ser um toque a finados de ano inteiro. Depois, os presidentes dos CE/directores de umas escolas definiram objectivos para toda a gente; noutras, só o fizeram para quem não entregou os OI; noutras ainda, nada definiram.

Agora, no momento da entrega da FAA, as ilegalidades, injustiças, arbitrariedades, penalizações… Enfim, o desnorte continua.

 

O caso da Escola Secundária de Odivelas já é público; no Agrupamento Vertical de Escolas de Canedo, o director resolveu chamar, recentemente, todos os professores ao seu gabinete para explicarem as evidências daquilo que referiram na FAA; na Escola Secundária Ferreira de Castro, em Oliveira de Azeméis, foi permitida a entrega dos objectivos individuais até 15 de Julho, ou seja, ao prazo limite da entrega da auto-avaliação; no Agrupamento de Escolas de S. Teotónio, aos professores que não entregaram os OI foi dada a informação de que não seriam avaliados; numa escola dos arredores de Lisboa, a entrega da FAA é só em Setembro e os professores que não entregaram os OI nem sabem qual vai ser a atitude de quem dirige…

 

E os casos não acabaram nem vão, certamente, acabar aqui.

Um dos grandes objectivos da ministra da educação está a ser, de facto, conseguido: causar mal-estar e lançar a confusão nas escolas públicas, a troco de uma teimosia doente e, claro, da poupança de uns euros que ajudem a tapar os buracos das contas públicas.

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ADD – Professores querem que classificações que lhes forem dadas este ano sejam ignoradas

Publicado por J L em Julho 19, 2009

Sindicatos vão recusar o prolongamento do modelo simplex quando se reunirem com o ministério

a Na segunda-feira, sindicatos de professores e Ministério da Educação (ME) sentam-se à mesa para negociar. Mas qualquer acordo parece improvável. Depois de anteontem a ministra Maria de Lurdes Rodrigues ter anunciado que vai prorrogar o modelo simplificado da avaliação do desempenho dos docentes até que o original, que nunca chegou a ser aplicado, seja revisto, ontem as reacções pouco divergiam. Os sindicatos não só rejeitam que o regime transitório da avaliação se repita como pretendem que as classificações que os professores obtenham este ano não tenham consequências. 
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) ameaça: a luta contra o modelo de avaliação “manter-se-á acesa, podendo comprometer a tranquilidade do início do próximo ano lectivo”. E a Federação Nacional do Sindicatos da Educação (Fne) insiste que está demonstrado que a versão simplex da avaliação (à luz da qual foram avaliados cerca de 100 mil docentes) criou injustiças “e distorceu o que deve ser uma avaliação”. 
Uma espécie de ensaio
João Dias da Silva, secretário-geral da Fne, e Mário Nogueira, da Fenprof, dão um exemplo: de acordo com o regime simplificado, os professores que pretenderam ter as classificações mais altas (de Excelente ou Muito Bom) tiveram que submeter-se a uma regra que, no modelo original, era obrigatória para todos. A saber: a observação, pelo coordenador do departamento curricular, de, pelo menos, três aulas leccionadas. Acontece, dizem os dirigentes sindicais, que a observação de aulas, que conta para a classificação dos avaliados, correu mal. 
Dias da Silva cita o próprio Conselho Científico para a Avaliação dos Professores, que concluiu recentemente que muitos professores avaliadores não se sentem “preparados nem à vontade” para observar as aulas dos colegas. “Têm-nos chegado relatos de total incompetência de quem observa”, conta o secretário-geral. “E muitos professores acharam que nas suas escolas não estiveram reunidas as condições para solicitarem a atribuição do Muito Bom ou Excelente.” 
Uma coisa é certa: alguns dos que acharam que tinham condições para se candidatar a uma nota mais alta, continua Nogueira, podem agora vir a concorrer, em situação mais favorecida, com quem se calhar até merecia a nota máxima mas não a pediu. Isto, já no concurso do próximo ano para contratados. “Injustiça!”, clama Nogueira.
Contactado pelo PÚBLICO, o ME lembra que no regime simplificado as notas de Regular ou Insuficiente já não penalizavam, de imediato, ninguém. Mas não fez mais nenhum comentário. Certo é que os sindicatos pedem mais. O ciclo que está prestes a terminar deve ser visto como um “ensaio”, dizem, ou uma experiência sobre “como não fazer uma avaliação”.
O ME pretende ouvir já na segunda-feira propostas de sindicatos sobre a aplicação do simplex. A revisão do modelo original ficará para depois. 
100 mil

professores terão, até ao fim do ano, Insatisfaz, Regular, Bom, Muito Bom ou Excelente 

 

 

Fim

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Fonte:19 de Julho de 2009 – 15h22

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ADD – OCDE propõe 4 alterações fundamentais

Publicado por J L em Julho 16, 2009

 

A OCDE defende a necessidade de alterar o sistema de avaliação de professores em Portugal. Num relatório feito a pedido do Ministério da Educação, a organização considera que o actual modelo causa focos de tensão e deve funcionar como futura base de trabalho.

A OCDE defende a continuação da avaliação de professores, mas considera legítimas as preocupações e dificuldades dos professores.

O reltório sobre a avaliação identifica vários elementos problemáticos no actual modelo, defendendo, por isso, ajustamentos.

Paulo Santiago, um dos autores do relatório, destaca os focos de tensão que têm de ser ultrapassados.

«O objectivo da melhoria está a tentar ser alcançado através de um modelo que tem consequências para uma carreira. O facto de fazer dessa maneira pode pôr em perigo a tal função de melhoria – essa é a primeira tensão», explicou.

A segunda tensão, sublinhou, «é o problema de ter uma avaliação ao nível da escola com consequências a nível nacional».

Questionado sobre o relatório da OCDE, a ministra da Educação disse tratar-se de mais um contributo técnico para a melhoria do modelo de avaliação.

Ouvido pela TSF, João Dias da Silva, da FNE, considera que este relatório é mais uma prova de que, em matéria de avaliação de professores, Maria de Lurdes Rodrigues está sozinha.

No entanto, o secretário de Estado da Educação rejeita estas críticas, afirmando que a FNE não entendeu o conteúdo do relatório.

Sobre as sugestões da OCDE, Jorge Pedreira escusou-se a fazer qualquer comentário, remetendo uma opinião para a reunião de amanhã com os sindicatos dos professores. 

 

Fonte: escutar a peça da TSF

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ADD – relatório da OCDE – 24 recomendações/conclusões

Publicado por J L em Julho 16, 2009

  1. O modelo actual de avaliação de professores em Portugal tem sido polémico, mas é necessário;
  2. Uma série de factores explica a resistência à sua concretização;
  3. Uma avaliação de professores com consequências é crucial para a melhoria da educação;
  4. O actual modelo de avaliação de professores é uma boa base para futuros desenvolvimentos;
  5. Articular a melhoria da qualidade com a responsabilização e contextualizar a avaliação de professores feita ao nível da escola;
  6. Reforçar a avaliação dos professores para o desenvolvimento profissional;
  7. Simplificar o modelo actual e utilizá-lo predominantemente para a progressão na carreira;
  8. Articular a avaliação para o desenvolvimento profissional e a avaliação para a progressão na carreira;
  9. Garantir uma articulação adequada entre a avaliação das escolas e a avaliação dos professores;
  10. Reavaliar padrões de desempenho profissional e definir um modelo partilhado de boas práticas;
  11. Desenvolver critérios nacionais comuns, adaptados ao contexto das escolas;
  12. Diferenciar os critérios de acordo com o patamar da carreira e o tipo de ensino;
  13. Identificar os instrumentos para avaliar os aspectos-chave da função docente;
  14. Basear a avaliação em três instrumentos centrais: observação de aulas, auto-avaliação e porta-fólio do docente;
  15. Formar e capacitar as lideranças escolares para assumir a responsabilidade pela avaliação dos professores;
  16. A avaliação de professores é parte de um processo mais abrangente de transformação de cada escola numa comunidade profissional de aprendizagem;
  17. Reformular e aprofundar a formação em avaliação;
  18. Acreditar avaliadores externos para a avaliação para a progressão na carreira;
  19. Estabelecer um modelo criterioso para atribuição de prémios de desempenho e considerar outras formas de reconhecimento do mérito;
  20. Manter o sistema de quotas até que o nível de maturidade do sistema as torne desnecessárias;
  21. Atribuir um papel proeminente à inspecção;
  22. Reforçar o papel do Conselho Científico para a Avaliação de Professores na condução do desenvolvimento da avaliação de professores;
  23. Para uma reforma bem-sucedida, é necessário o envolvimento e a motivação dos professores;
  24. Manter o processo de avaliação docente durante a fase de transição para um modelo mais robusto.

Fonte

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ADD – relatório da OCDE sobre avaliação de professores

Publicado por J L em Julho 16, 2009

  • As avaliações e as conclusões do relatória da OCDE “Avaliação de professores em Portugal” – versão em português [PDF]
  • As avaliações e as conclusões do relatória da OCDE “Avaliação de professores em Portugal” – versão em inglês [PDF]

Fonte

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